domingo, 4 de setembro de 2011

11º Domingo de Pentecostes (Próprio 18)


Salmo 119:33-48;
Ezequiel 33(1-6)7-11;
Romanos 12:9-21;
Mateus 18:15-20
O poder do diálogo
Os problemas nos relacionamentos fazem parte de nossa vida cotidiana. Isso não é novo. Antes as mães e pais não falavam com suas filhas e filhos porque achavam que não poderiam entender, depois de tudo eram apenas “crianças”. O diálogo se limitava a dar ordens, quando não se ia direto para o “chinelo” ou pior. Hoje a desculpa é a “falta de tempo”. Há vezes em que nem pensamos em desculpas, simplesmente  transferimos a responsabilidade para alguma babá, para a creche ou escola, para cursos disso e daquilo, tudo para preencher o tempo de nossas crianças e poder “relaxar”. Com os parceiros e parceiras não é diferente. Tantas coisas para fazer, tantas responsabilidades, temos conflito de personalidades. Assim passam-se os anos e quando acordamos vemos quanto foi perdido. Até pode haver
sucesso financeiro (que não é bem meu caso); mas a quê custo?
Na Igreja isso é igualmente comum. Jesus já previu que isso iria acontecer e estabeleceu o diálogo como caminho de cura e de perdão! Primeiro entre si, depois com alguns irmãos, depois com toda a igreja (diálogo e mais diálogo). Não dá para transferir isso para outros, e Deus só nos livra do desentendimento se a gente fizer um esforço básico: conversar!
Taís Soares Feldens
Porto Alegre RS
Texto para meditação
Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão. Mateus 18:15
Intercessão
Oremos pelas famílias, pelas pessoas, pela comunidades, pelos povos e nações, divididos em disputas e desentendimentos, de forma de que encontrem no diálogo o caminho da cura e do perdão.

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